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Negócios em carteira

Enviada por   em  Tuesday, March 01, 2011

As exigências do mercado de trabalho estimulam a abertura de escolas de idiomas e de informática.

O setor de educação está ganhando espaço como uma janela para novos empreendedores. Segundo especialistas em expansão de negócios, o déficit de mão de obra especializada vai puxar investimentos no Brasil. "Com a necessidade de mais profissionais para o mercado de trabalho, o número de escolas deve crescer a cada ano", afirma Adir Ribeiro, sócio da consultoria Praxis Education.

Os cursos profissionalizantes, de idiomas e de informática dominam o mercado entre as pequenas e médias empresas no país. Mas empresários já estabelecidos alertam para algumas dificuldades de percurso, como a obtenção de crédito no início das atividades, o recrutamento de professores capacitados e a inadimplência dos alunos. Há larga oferta de oportunidades na área de franquias, setor que movimenta mais de R$ 5 bilhões por ano.

De acordo com André Ferreira, sócio da consultoria Ernst&Young Terco, as pequenas empresas do setor de educação brasileira têm estrutura familiar ou são criadas por profissionais da área, interessados em abrir um negócio. "As atividades mais exploradas são cursos de formação técnica e de qualificação profissional, línguas, aulas de especialização e preparatórias para exames", afirma

Quem deseja investir no setor pode optar por uma franquia ou criar uma empresa do zero. "A escolha vai depender do risco que se deseja assumir", explica. "Na franquia, há mais estrutura e apoio, mas o vínculo com o franqueador é permanente e as margens tendem a ser menores. Com uma empresa própria, o risco é inteiramente do proprietário e o lucro depende do sucesso do empreendimento."

No mercado há 26 anos, o Colégio Renovação conseguiu espalhar cinco unidades próprias no Estado de São Paulo. Com 2,1 mil alunos, oferece aulas do maternal ao ensino médio. "É preciso destinar de 5% a 7% do orçamento anual para investimentos em instalações, novas tecnologias de ensino e treinamento de professores", lembra a diretora da escola, Sueli Bravi Conte.

Segundo ela, os maiores obstáculos para se manter nesse mercado são a inadimplência dos alunos, os encargos trabalhistas e tributários. "O governo não oferece incentivos e os tributos são idênticos aos de qualquer outra empresa", diz. "Antes de investir, o empresário deve fazer uma pesquisa de mercado na região em que planeja atuar e analisar a concorrência."

O nível de inadimplência no setor pode chegar a 30%, segundo José Eduardo Balian, professor do curso de administração da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). "É preciso ter capital de giro e paciência, porque o investimento na área tem um "payback" longo", ressalta.

Para quem deseja investir em franquias, as notícias do mercado são atraentes. Segundo Ricardo Camargo, diretor da Associação Brasileira de Franchising (ABF), o faturamento na área de educação em 2009 foi de R$ 5,1 bilhões, uma variação positiva de 7%, se comparado a 2008. A associação ainda não tem os números de 2010. Em número de franqueadoras, o volume passou de 171 redes, em 2008, para 199 marcas, em 2009. Na evolução por quantidade de unidades, 2009 registrou 11,3 mil escolas em comparação a 12,3 mil no ano anterior.

Só a ABF tem 83 franqueadoras associadas que atuam no segmento de educação e treinamento. Cerca de 50 estão no mercado de informática e capacitação profissional, enquanto 33 companhias exploram o ensino de idiomas. A maioria, ou 61,5% do total, está sediada no Estado de São Paulo. "Hoje, as escolas de línguas são as mais procuradas pelos investidores, seguidas dos cursos de informática", diz Camargo.

O investimento em uma franquia de educação pode variar de R$ 7,5 mil a mais de R$ 1 milhão. "A franquia leva vantagem sobre outras iniciativas por ser um modelo de negócio já testado. A taxa de mortalidade das empresas convencionais, de acordo com o Sebrae, é de 27% no primeiro ano de vida. Entre as franquias, esse percentual cai para menos de 2%", afirma a consultora Cláudia Bittencourt, especializada em expansão de negócios.

Criada em 2003, a rede UNS Idiomas tem 58 unidades instaladas ou em implantação em oito Estados. Em 2010, entregou 26 franquias e a meta para 2011 é abrir 42 escolas. "Trabalhei cinco anos em redes de idiomas, me especializei em franchising e decidi abrir uma marca de ensino de inglês para adultos", diz Marcel Magalhães, presidente do Grupo UNS Brasil.

O investimento em uma franquia UNS custa a partir de R$ 100 mil e cobre a reforma do imóvel, instalação e capital de giro. Inclui treinamentos iniciais, suporte jurídico e publicidade. A rede conta com o apoio do Banco do Nordeste na oferta de crédito para interessados em abrir um negócio na região. Segundo Magalhães, são recomendados seis funcionários por unidade e o prazo de retorno varia de 18 a 24 meses. "O faturamento gira em torno de R$ 50 mil por mês."

Franqueado da UNS desde 2004, o empresário Marcus Leão tem duas escolas e pretende abrir a terceira unidade este ano. "O faturamento anual alcançou R$ 750 mil em apenas um ponto", garante. "Atingimos o equilíbrio entre receitas e despesas no quarto mês de atividade." Segundo Leão, para fazer a empresa decolar foi preciso aprender como administrar pessoas e contratar bons professores.

Fonte: http://www.cliptime.com.br/services/clippingm/noticia_email.asp?a=10A9F790&b=4D976D26&c=28/2/2011


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