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MERCADO DA BELEZA: BRASIL É O TERCEIRO

Enviada por   em  Thursday, September 10, 2009

O Brasil é o terceiro maior consumidor de produtos de higiene e beleza, atrás dos Estados Unidos e Japão.

Ontem foi o Dia do Cabeleireiro e profissionais afins, que trabalham em um mercado em franco crescimento.


O Brasil é o terceiro maior consumidor de produtos de higiene e beleza, atrás dos Estados Unidos e Japão. Entre os itens que lideram o mercado brasileiro, os produtos para cabelos vêm em primeiro lugar, seguidos pela perfumaria e cosméticos para a pele. Há mais de uma década o setor cresce num ritmo muito mais rápido que o do PIB brasileiro. Entre 1996 e 2007, houve um aumento acumulado de 245,5% no faturamento, deflacionado pelos índices da Fipe.


Dados do Euromonitor International, instituto de pesquisas responsável pelo levantamento do consumo de cosméticos no mundo, apontam também um aumento de 26% nas vendas destes produtos no mercado brasileiro contra apenas 1,2% no mercado global. A Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), estima que o setor cresça aproximadamente 12% e que os investimentos se mantenham em US$ 100 milhões ao ano até 2010.


Grande parte desses números se deve à sua popularização entre as classes mais baixas da sociedade. Segundo dados do Instituto Data Popular, o potencial consumidor de baixa renda no mercado de cosméticos cresceu em média 10,7% nos últimos anos.


Esses números refletem o sucesso das franquias no Brasil. Driblando a crise, as vendas do setor apresentaram um aumento de 23% e a recuperação do capital inicial investido é retornado em média em um ano e meio.


Outro lado positivo: o segmento é um dos que mais geram oportunidades de trabalho, dando empregos a 3,4 milhões de pessoas.

 

CONSUMIDOR CADA VEZ EM MAIOR NÚMERO


O crescimento do setor está sendo impulsionado por mudanças culturais e econômicas que vêm gerando aumento do consumo entre novos públicos: o masculino, que valoriza cada vez mais a beleza e o bem-estar, e as classes C e D, onde cresce o acesso a esse tipo de consumo.


Nos últimos cinco anos o mercado brasileiro de cosméticos masculinos avançou 17,6%, atingindo um faturamento de cerca de R$ 1,94 bilhão em 2007. O Brasil ocupa, hoje, a segunda posição no mercado mundial de cosméticos masculinos. Perfumes e colônias ainda são os segmentos preferidos pelos consumidores, mas nota-se um avanço crescente dos produtos para o cabelo e dos cremes hidratantes.


Hoje, 33% dos lares brasileiros são chefiados por mulheres e elas são o grande motor das compras do segmento.


Um estudo divulgado nesse ano revelou que as mulheres não saem de casa sem se arrumar pelo menos 21 minutos. Esse tempo se refere a um programa simples, como ir ao shopping. Quando se trata de uma noitada em um bar com as amigas, o tempo gasto sobe para 54 minutos. E se a noite reservar um jantar romântico, elas demoram mais de uma hora para escolher a roupa, fazer a maquiagem e arrumar o cabelo. Apesar de parecer exagerada, essa preocupação com a aparência é uma marca dos novos tempos.


Além de seguir a moda imposta pela sociedade, as adolescentes se preocupam, cada vez mais cedo, com o corpo. Uma pesquisa realizada pelo Datafolha aponta que 44% das brasileiras estão insatisfeitas com a aparência. Mas para 41% das adolescentes brasileiras, a vaidade está além de uma forma sadia de saber mesclar defeitos com qualidades. Pernas, nariz, seios, barriga e cabelo são as partes que mais recebem críticas.


Outro ponto importante é quanto cada pessoa está disposta a pagar pela beleza. A mesma pesquisa do Datafolha revelou que 80% das entrevistadas acreditam que os gastos com tratamentos estéticos e a compra de produtos é o dinheiro mais bem empregado de suas finanças.

 

Fonte: http://www.estrategiaegestao.com/index.php?pg=colunas_anteriores&dt=2009-09-07

Acessado em 10 de setembro de 2009.

 


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